A Casa Laudelina

Fundação

Em 1989 nasce a Comissão de Mulheres Negras de Campinas, com a vivência junto Laudelina de Campos Mello, e em 1991 após seu falecimento, passamos a denominar CASA LAUDELINA de Campos Mello – Organização da Mulher Negra, em femenagem ao legado de lutas e vida de Laudelina.

Formado por mulheres e jovens negras oriundas de diversos movimentos sociais e populares e também mulheres que ainda não haviam despertado a consciência questionadora herdada de nossas deusas ancestrais.

A atuação das LAUDELINAS foi por muito tempo polarizada entre as articulações sobre os direitos sexuais e direitos reprodutivos, formação e sensibilização política, ampliação da escolaridade, criação de Cursinho Popular Pré Vestibular para acesso às universidades, e ancestralidade/religiosidade, cultura e arte, saúde da população negra entre outras frentes de lutas.

Na parte de direitos sexuais, criamos os ciclos de oficinas para a juventude negra, coordenado pelo grupo de trabalho sobre juventude que iniciou em 1992 e atua até hoje. Na parte de cultura temos os nosso Jantar das Iabás.

Atualmente

A Casa Laudelina desenvolve suas atividades nas áreas temáticas da saúde, educação, trabalho, meio ambiente, cultura, comunicação e inclusão digital com centralidade nos direitos: humano, social, econômico, cultural e ambiental.

Nossas estratégias e planos de ação priorizam investimentos em curso de capacitação em Advocacia, na produção e difusão do conhecimento, na participação e na ampliação da democracia, cujo eixo norteador é o empoderamento da população negra, para realização eficaz na avaliação, no monitoramento e no controle social das políticas públicas.

Neste contexto participamos efetivamente: de conselhos, fóruns, conferências nacionais e internacionais do Sistema ONU, entre outros dispositivos de exercício da democracia. Estabelecemos parcerias estratégicas com governos, sociedade civil, empresas públicas, privadas e com agências de cooperação nacional e internacional na luta para erradicar o racismo e o sexismo institucional, que geram desigualdades estruturais.

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